A galera participou com animação da conversa, dando suas opniões e ouvindo com atenção a fala do PM Luiz.


O Grupo Escolar Padre José Chamot, localizado no Bairro Rancho Fundo, foi criado no dia 17 de fevereiro de 1983, na gestão do Prefeito Municipal Sr. Onélio Francisco Menta, tendo como denominação “ Escola Primária Pe. José Chamot.” A E.M.E.B Padre José Chamot, no ano de 2010 tem como diretora: CLemare Aparecida Coelho.Orientadora: Débora Jane Zarur.Secretária: Aline de Mattos Roessler.
Com o apoio da Prefeitura Municipal de Caçador, Secretaria Municipal de Educação e Fundação Municipal de Cultura, os alunos do Coral da EMEB Padre José Chamot, foram convidados a apresentar-se na Empresa Corfio.
Os alunos apresentaram-se na última sexta-feira dia 06 de agosto, na parte da manhã e na parte da tarde.
Foram três apresentações, onde a empresa dividiu todos os funcionários Pais em três equipes. Foi uma belísima homenagem aos papais da empresa.
Parabéns aos alunos pela dedicação e ao professor Geferson pelo belíssimo trabalho!

Na língua indiana boitatá quer dizer cobra de fogo a boi tata mora em uma gruta no meio da floresta sua pele é transparente seu corpo é sempre iluminado ela dorme muito e quando ela não tem comida ela sai da gruta para procurar um par de olhos brilhantes para ela comer e se você encontra o boitatá é só fechar os olhos para ela não come-los.
Aluno Renato
Profª Josiane
VITÓRIA RÉGIA
ERA UMA VEZ UMA LINDA MENINA QUE TODA NOITE FICAVA ADMIRANDO A LUA.
CERTO DIA ELA SUBIU NUM MORRO, E TREPOU NA ÁRVORE MAIS ALTA DA ALDEIA,E QUERIA ALCANÇAR A LUA,MAS ESTAVA
MUITO LONGE AINDA.
NO OUTRO DIA A NOITE,ELA VIU O REFLEXO DA LUA NO LAGO,
E SE JOGOU,A LUA COM MUITA PENA DELA FEZ DELA DE UMA FLOR QUE SE CHAMAVA VITÓRIA RÉGIA, A LENDA DIS QUE ELA NUNCA MAIS APARECEU.
TODA MANHÃ AQUELA FLOR SE ABRIA ,E TODA NOITE SE FECHAVA.
Alunas Paloma e Camila
Profª Marta
Fotos da seção cívica
Alunos da professora Flávia apresentaram algumas brincadeiras
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| No dia em que Deus criou as mães (e já vinha virando dia e noite há seis dias), um anjo apareceu-lhe e disse: |

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".
Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.
"Não criei o dia das mães para ter lucro"
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.
Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.
Cravos: símbolo da maternidade
Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.
No Brasil
O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Texto compilado das seguintes fontes
- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site
- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999